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Nas brasas, as sekuwa de frango marinado e as de porco gordo confirmam o talento. A experiência ao almoço e ao jantar é diferente e também por isso os menus omakase são apenas servidos à noite, ao balcão. Se o balcão proporciona a proximidade, na sala, muito procurada pela elite lisboeta, fica-se mais recatado.
Tem dois à escolha, um de sete e outro de dez momentos, que vão mudando entre estações. O chef saiu de Chaves há já uns bons anos, mas nunca esquece as raízes. Percebes, amêijoas, camarão, sapateiras, navalheiras, santolas, lagostas… O arroz de marisco é um ex libris da casa e a dose para dois serve três à vontade (daí também o sucesso).
Com umas belas arcadas em pedra a marcar a sala, o espaço foca-se na massa fresca italiana com influências do mundo e sabores do mar. Na ementa, os dumplings chegam à mesa cozidos a vapor ou fritos na frigideira, acompanhados por caldos ricos e outras especialidades que remetem para a gastronomia de rua de Xangai. Das panquecas de marisco aos cortes premium de carne para grelhar na mesa, a grande missão da casa é educar os clientes nos rituais tradicionais, ensinando a saborear cada prato como se estivesse em Seul. Com direcção gastronómica do chef Mário Ribeiro e um engenheiro de formação, João Bivar, a manusear diariamente as facas, o Meiyo quer dar aos amantes do sushi uma experiência mais contemporânea.
Familiarizado com as tradições culinárias portuguesas, o novo chef tem traçado um caminho de sustentabilidade, ligado sobretudo à sazonalidade dos ingredientes. Daí pode seguir para os pastéis de massa tenra com bacalhau, para o camarão ao alhinho em molho sedoso, para as saladas de polvo com batata doce e de orelha tenra. O Corrupio é pequeno em espaço, mas grande nos sabores. A dupla criou aqui uma cozinha saborosa, de partilha, mas sem empratamentos mínimos, sem pretensões a bistrô e ainda assim com momentos de genialidade. Depois de ter conquistado fiães santa maria da feira Cascais, onde hoje é uma instituição, o Confraria estendeu a sua cozinha japonesa a Lisboa, para onde a equipa de sushimen tratou de trazer as melhores receitas da casa. Este restaurante é um tesouro escondido na Colina de Sant'Ana, talhado por uma equipa cheia de talento.
Para terminar, a carta de sobremesas inclui, por exemplo, o Religieuse de pistáchio, que promete ser a forma ideal para acabar 2024. O deCastro Gaia, com uma vista privilegiada sobre o rio Douro, vai contar com um menu especial que promete fazer a fusão perfeita de uma harmonização dos vinhos DOC Douro com os sabores da cozinha portuguesa. Já para as sobremesas, o Tapisco dá a conhecer o seu gaspacho de maçã e hortelã, cogumelos crocantes e sorbet de pastinaca, assim como a famosa “Ensaimada” cabell d´àngel, uma abóbora com gelado de vinho do Porto.
Também serve o bolo de casamento?
Não dispense o croquete, um dos melhores de Lisboa, e o foie gras nas entradas. Luís Gaspar, chef a quem devemos ainda as cartas do Brilhante (mais caro) e o Pica-Pau (mais barato), merece um altar. Com carne de primeiríssima linha, cortes tentadores e uma maturação feita na casa, tudo o que chega à mesa é irrepreensível. Destaque para os wontons em caldo escuro e vibrante, noodles artesanais, elásticos e firmes, em versões com vaca ou tripas, além de pratos frios como a salada de vaca com pepino e coentros. A começar pelo mezze, batalhão de entradas servidas nas cozinhas grega, turca e do Médio Oriente. Num ambiente de caos organizado, de Torre de Babel, é tudo servido com qualidade, eficiência e atenção, até para que nunca falte cerveja na mesa.
Restaurante Casa Dias
Não é possível falar da gastronomia japonesa em Portugal sem referir Paulo Morais, decano da cozinha oriental. António Bóia, chef executivo do Amorim Luxury Group, é um zelador da cozinha tradicional, ainda assim acrescentando à carta propostas internacionais. Entre as músicas de Dr. Dre, Snoop Dogg ou Missy Elliot ouve-se “Sim, chef! Dependendo dos dias, há bacalhau à minhota, chanfana, cozido à portuguesa ou cabrito. Pode ser o brioche feito em casa pelo menos duas vezes por dia e que chega à mesa ligeiramente torrado, pode ser a carne certificada Black Angus, ou até as batatas impecavelmente fritas, com alho e alecrim. Por mais hambúrgueres que possamos comer, há algo que continua a distinguir os exemplares deste restaurante colado à Gulbenkian (e também no Time Out Market e em Santa Apolónia).
- Não é possível falar da gastronomia japonesa em Portugal sem referir Paulo Morais, decano da cozinha oriental.
- Na altura certa, é um dos melhores restaurantes da cidade para comer lampreia, vinda precisamente do Alto Minho.
- Comece com os croquetes de leitão, peça uma cabidela de leitão para dividir e dar variedade à refeição, invista num vinho da Bairrada e aproveite a simpatia do serviço, que no final não pagará uma exorbitância.
- A dupla criou aqui uma cozinha saborosa, de partilha, mas sem empratamentos mínimos, sem pretensões a bistrô e ainda assim com momentos de genialidade.
- Vive ao sabor das micro estações, inspira-se na tradição e nas referências identitárias da gastronomia nacional, mas subverte e eleva-as a um outro nível conceptual (…).
Aveiro / Teatro Aveirense: Câmara renova prestação de serviços com Leonor Barata para gestão cultural
Preparámos um guia com os melhores novos restaurantes em Lisboa para quem quer estar constantemente a par do que se passa na gastronomia da cidade. As novidades multiplicam-se de tal forma que, quando descobrimos os restaurantes que abriram nos últimos meses, já temos novas mesas à nossa espera. Veja o que dizem sobre o restaurante Colina, são mais de 2.000 avaliações de clientes satisfeitos. Junte-se a nós e venha conhecer este Restaurante Histórico de Lisboa, que é a segunda casa de muitos portugueses há várias décadas e um ponto de paragem obrigatório para todos aqueles que visitam a cidade e querem provar a verdadeira gastronomia tradicional portuguesa. Os espaços generosos tornam-no igualmente ideal para eventos e convívios, onde se destaca a luminosa e exclusiva sala no primeiro andar, com capacidade para receber confortavelmente grandes grupos de até 60 pessoas. Seja o primeiro a receber na sua caixa de correio as novidades, eventos, ofertas e experiências exclusivas do universo Rocco.
O Flamma é um sítio de espetadinhas, com espírito de neo-boteco, mas a cozinha da chef brasileira, formada no País Basco e há muito em Portugal, não tem geografia, só criatividade e sabor. A carta percorre a gastronomia italiana com espargos sobre ricotta, escalope alla milanese, tártaro alla Veneziana e bruschetta de lardo di Colonnata. A pasta fresca convence à primeira garfada, tal como os ravioli de porco preto com ricotta e molho de tomate.
Sentar-se ao balcão do YŌSO é entrar num ritual omakase sério, com nove momentos de alto nível. Croquetes, pastéis de bacalhau, mousse intensa e vinho a jarro completam o quadro de uma sala cheia de clientela fiel. A grelha a carvão, plantada à janela direita de quem entra, é a oficina da melhor parte de uma ementa que vai rodando em dias mais ou menos fixos.
Centro Clínico Champalimaud (Para todos os assuntos relacionados com o Centro Clínico)
A carta inclui sopas, mariscos e especialidades de barbecue chinês, mas também novas receitas pensadas por Ku Yan, chef de origem malaia. Para comer ali, levar para o jardim ou pedir em casa. Vive ao sabor das micro estações, inspira-se na tradição e nas referências identitárias da gastronomia nacional, mas subverte e eleva-as a um outro nível conceptual (…). Casa de comida italiana autêntica, sem floreados e pouco convencional para os nossos hábitos, o Libertà tem ao leme Silvio Armanni, chef da região de Bérgamo com passagem por vários Michelin (o último em Hong Kong). Com sabores pouco domesticados, a carta inclui noodles caseiros, guo tie bem tostados, espetadas temperadas com cominhos e malagueta, pratos de caçarola e sopas substantivas. O Kuwazi funciona na cave de um velho centro comercial – e isso já é uma descoberta.
Terreno para construção de Moradia 3 Frentes …
A fechar, não pode deixar de experimentar o Napoleão, sobremesa de inspiração francesa, montada com elegância na hora. Com apenas oito lugares ao balcão, serve cozinha kaiseki, que tem como pontos fundamentais a sazonalidade e a qualidade do produto. No pequeno restaurante aberto por Tomoaki Kanazawa, que quando regressou ao Japão, em 2017, escolheu Paulo Morais para o seu lugar, o chef homenageia a tradição nipónica como se fosse a sua.
